Seminário Encontros Água!nabara: Território Urca – Mesa 1: Soluções e sustentabilidade: o caso do Pão de Açúcar

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Soluções e sustentabilidade: o exemplo do Pão de Açucar

O Seminário Encontros Água!nabara: Território Urca, com a realização de um ciclo de conversas sobre o bairro da Urca, dialoga com nossa primeira meta, a de realizar uma ampla coleta de relatos humanos, sociais e ambientais sobre o território da Urca e da Baía de Guanabara.
Data:
12 de Abril de 2023
Local:
Urca - Sala Água!nabara
Tema:
“Soluções e sustentabilidade: o caso do Pão de Açúcar”
Resumo:
O Seminário Encontros Água!nabara: Território Urca é uma realização do Instituto Urca através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Participantes e Moderadores

Domingos Sávio Teixeira
Mediador e participante
Criador do Projeto Pão de Açúcar Verde, adotante há 19 anos, como pessoa física, de 2,5 hectares nas faces Leste e Sul do Pão de Açúcar, onde já plantou cerca de 8.000 mudas;
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Luísa Azevedo
Bióloga
Bióloga, doutoranda do Departamento de Ecologia da UFMG, pesquisadora das florações nos Inselbergs, música e artista plástica;
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Caio Salles
Jornalista
Pesquisador em Ecoturismo e Conservação e mergulhador. Coordenador do Projeto Verde Mar, realiza ações de mobilização com mergulhadores para retirada do lixo subaquático marinho.
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Marcelo Barros de Andrade
Biólogo
Biólogo e gestor do MoNa Pão de Açúcar;
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André Ilha
Ambientalista e Escalador
Fundador do Grupo Ação Ecológica (GAE). Foi Presidente do Instituto Estadual de Floresta (IEF-RJ) por três vezes, ex-Superintendente de Biodiversidade da Secretaria de Estado do Ambiente do RJ e ex-Diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do INEA (RJ).
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Marca registrada do Rio de Janeiro, um dos pontos turísticos mais famosos do Brasil e do mundo, o Pão de Açúcar é um dos morros do Monumento Natural sediado no bairro da Urca. Do alto dos seus 500 milhões de anos, marca a entrada da Baía de Guanabara tendo sido testemunha privilegiada da criação da própria cidade do Rio de Janeiro.

Milhões de olhos já contemplaram esse conjunto de morros. Alguns, porém, conseguiram ver para além da maravilha de cenário. E detectaram perigo.

No alto, fogo provocado por queda de balões e mineração; no fundo do mar ao redor, lixo deixado por frequentadores das praias da região.

Tornando atração turística tão famosa, a exploração comercial do Pão de Açúcar era inevitável. Como proteger essa ilha terrestre e, ao mesmo tempo, “entregá-la” para o público? Aliás, como assim, ilha terrestre?

Há quem detecte perigo e recue. Porém, há quem o enfrente. Escalando a montanha, mergulhando no seu mar; coletando sua biodiversidade. Iniciativas individuais que se tornam propulsoras de ações coletivas. O que era ilha se torna arquipélago unido pela argamassa do conhecimento.

Assim, o Pão de Açúcar se torna, também, exemplo de Soluções e Sustentabilidade graças a iniciativas puxadas por pessoas como o ambientalista e escalador André Ilha; o jornalista e mergulhador Caio Salles; o montanhista Domingos Sávio Teixeira; a bióloga Luísa Azevedo e o biólogo e gestor Marcelo Barros de Andrade.

Diante do perigo, essas pessoas agiram. Em um primeiro momento, por impulso, sem certezas sobre o sucesso da jornada. Aqui, elas contam o que fizeram, como fizeram e porque fizeram. Fato é que, graças a elas, o Pão de Açúcar é um orgulhoso, respeitado e admirado MoNa; suas águas estão prestes a se tornar um santuário marinho e seu topo cumpre a função de trampolim ecológico. E milhões de moradores e turistas seguem se maravilhando diante de sua beleza e imponência.

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